„Tradycja innowacji” – korzenie i aktualność Nowego Wychowania w Portugalii

Joaquim Pintassilgo

DOI: http://dx.doi.org/10.21697/fp.2017.1.17

Abstrakt


Niniejszy artykuł ma na celu krytyczną refleksję nad drogą, jaką przebył ruch Nowego Wychowania w Portugalii z uwzględnieniem licznych korzeni i przemian, jakich on podlegał. Autor podejmuje próbę relatywizacji dychotomicznej retoryki leżącej u podstaw dyskursów Nowego Wychowania i usystematyzowania jego najważniejszych idei. Ostatnia część została poświęcona rozważaniom na temat spuścizny Nowego Wychowania. Rozpatrzono w niej te idee i przekonania, które stały się częścią tego, co można określić mianem „progresywnej tradycji edukacji”.

Słowa kluczowe


Nowe Wychowanie, tradycja, innowacja, „tradycja innowacji”

Bibliografia


Barros, J. (1908). A escola e o futuro: notas sobre educação. Porto: Livraria Portuense de Lopes & C.ª Sucessor.

Barros, J. (s/d). A República e a escola. Paris-Lisboa: Livrarias Aillaud e Bertrand.

Burke, P. (2007). Cultura, tradição, educação. In: D. Gatti Júnior & J. Pintassilgo. Percursos e desafios da pesquisa e do ensino de História da Educação (pp. 13-22). Uberlândia: Edufu.

Câmara, A. P. (1902). Apontamentos para lições de pedagogia teórica e prática, aplicada aos diversos ramos de ensino professados nas escolas primárias: Parte I. Angra do Heroísmo: Imprensa da Universidade.

Candeias, A. (1995). Traços marcantes do movimento da Educação Nova na Europa e Estados Unidos da América. In: A. Candeias, A. Nóvoa, & M. H. Figueira. Sobre a Educação Nova: cartas de Adolfo Lima a Álvaro Viana de Lemos (1923-1941) (pp. 13-24). Lisboa: Educa.

Carvalho, M. C. (2001). A Caixa de Utensílios e a Biblioteca: pedagogias e práticas de leitura. In: D. Vidal, & M. H. Hilsdorf (Eds.). Tópicas em História da Educação (pp. 137-167). São Paulo: Edusp.

Charbonnel, N. (1988). Pour une critique de la raison éducative. Bern: Peter Lang.

Cuban, L. (1984). How teachers taught: Constancy and change in American classrooms: 1890-1980. New York & London: Longman.

Hameline, D. (2001). Nouvelle? Vous avez dit «nouvelle»? “Les Cahiers Pédagogiques”, 395 (2001), p.31.

Hameline, D. (2002). L’éducation dans le miroir du temps. Lausanne: LEP.

Hansen, D. (2001). Exploring the moral heart of teaching: Toward a teacher’s creed. New York and London: Teachers College Press.

Jackson, P. (1986). The practice of teaching. New York and London: Teachers College Press.

Kahn, P. (2002). La leçon de choses: Naissance de l’enseignement des sciences à l’école primaire. Villeneuve d’Asq (Nord): Presses Universitaires du Septentrion.

Lemos, A. V. (1938). O moderno movimento internacional em volta do ensino e da educação. “Arquivo Pedagógico. Boletim da Escola Normal Superior de Coimbra”, Vol. III, p.38.

Lima, A. (1925). A autonomia dos educandos e as associações escolares – as solidárias, “Educação Social”, Ano II, (4), pp.106-121.

Lima, A. (1914). Educação e ensino: educação integral. Lisboa: Guimarães & C.ª Editores.

Lima, A. (1921). Metodologia (Vol. II.). Lisboa: Livraria Férin.

Lima, A. (1916). Orientação geral da educação: Educação geral e especial: educação técnica. Lisboa: Sociedade de Estudos Pedagógicos.

Luzuriaga, L. (1994). La educación nueva. Buenos Aires: Editorial Losada.

Monteiro, H. P. (1916). A escola primária e o futuro cidadão. In: Liga Nacional de Instrução: Quarto Congresso pedagógico: Abril de 1914. Lisboa: Imprensa Nacional de Lisboa.

Neves, A. (1909). A Árvore. Lisboa: Tipografia do Anuário Comercial.

Nóvoa, A. (1995). Uma educação que se diz nova. In: A. Candeias, A. Nóvoa, & M. H. Figueira. Sobre a Educação Nova: cartas de Adolfo Lima a Álvaro Viana de Lemos (1923-1941) (pp. 25-41). Lisboa: Educa.

Nóvoa, A. (1990). Álvaro Viana de Lemos: um pedagogo da Educação Nova. Arunce, 3-4, p.72.

Nóvoa, A. (2005). Evidentemente: Histórias da Educação. Porto: Edições ASA.

Oelkers, J. (1995). La Reformpadagogic au seuil de l’histoire. In: D. Hameline, J. Helmchen, & J. Oelkers (Eds.). L’Éducation Nouvelle et les enjeux de son histoire. Actes du Colloque International des Archives Institut Jean-Jacques Rousseau. L’Éducation Nouvelle, au-delà de l’histoire hagiographique ou polémique (Genève, avril 1992) (pp. 31-63). Bern: Peter Lang.

Perrenoud, P. (2002). Aprender a negociar a mudança na educação: Novas estratégias de inovação. Porto: Edições ASA.

Pozo Andrés, M. M. (2003). La renovación pedagógica en España (1900-1939). Etapas, características y movimentos. In: E. C. Martins (Ed.). Atas do V Encontro Ibérico de História da Educação: Renovação pedagógica (pp. 115-160). Castelo Branco: Alma Azul.

Raposo, S. (1882). Os Jardins de Infância de Froebel. “Froebel: Revista de Instrução Primária”, 1, p.4-5.

Santos, V. (1917). Disciplina e educação. “Revista de Educação: Geral e Técnica”, Série V, (3-4), pp201-229.

Sérgio, A. (s/d). Sobre educação primária e infantil. Lisboa: Editorial Inquérito Limitada.

Tyack, D., & Tobin, W. (1994). The «grammar of schooling»: Why has it been so hard to change? “American Educational Research Journal”, Vol. 31 (3), pp.453-479.

Tyack, D., & Cuban, L. (1995). Tinkering toward utopia: a century of public school reform. Cambridge: Harvard University Press.

Vasconcelos, A. F. (1921). Problemas escolares: I. Lisboa: Empresa de Publicidade Seara Nova.

Vasconcelos, A. F. (1915). Une École Nouvelle en Belgique. Neuchatel: Delachaux & Niestlé.

Vasconcelos, A. F. (1925). O self-government na escola. “Revista Escolar”, Ano V (9), pp. 353-365.

Vincent, G. (1994). L’Éducation prisonnière de la forme scolaire? Scolarisation et socialisation dans les sociétés industrielles. Lyon: Presses Universitaires de Lyon.

Walgôde, A., & Queirós, E. (s/d). Guia para a organização e realização da Festa da Árvore. Porto: Companhia Portuguesa Editora.

Zewnętrzne odnośniki

  • Obecnie brak jakichkolwiek odnośników.


ISSN (Print): 2083-6325 

ISSN (Online): 2449-7142